Cidade da Basileia, na Suíça, recebe o festival em uma edição que conta com grandes participações especiais. Confira no tempo real
A cobertura em tempo real do Eurovision no Urbanna vai começar, no site, a partir das 14h50 deste sábado (17).
Competem nesta final, em ordem alfabética:
- Albânia
- Alemanha
- Armênia
- Áustria
- Dinamarca
- Espanha
- Estônia
- Finlândia
- França
- Grécia
- Islândia
- Israel
- Itália
- Luxemburgo
- Malta
- Noruega
- Países Baixos
- Polônia
- Portugal
- Reino Unido
- San Marino
- Suécia
- Suíça
- Ucrânia
A votação é iniciada fora da Europa, precisamente às 19h desta sexta-feira. Para votar, acesse o site esc.vote.
Será necessário conhecer as condições de pagamento e de votação antes de realizar os seus votos.
Antes do nosso início, confira as duas matérias sobre as semifinais do Eurovision 2025:
Previsão de início do especial Urbanna: 14h30
Previsão de início do festival: 16h00
Chegamos, já estamos no aguardo da grande final.
Premio Marcel Bezançon deste ano vai para os anfitriões: Suíça, com “Voyage”. Canção de Zoë Më recebe o prêmio de melhor composição.
Ainda sobre o prêmio Marcel Bezançon, a França, com a canção de Louane. “Maman (2025)” venceu na categoria artística e e da imprensa.
Cadê o Nemo?
Acabou de começar o show! Ele só não pode tocar no troféu, mas recebeu o seu troféu fixado e no capricho.
As 26 nações desfilaram e podemos ver até um estádio de futebol recebendo a Fan Fest. O desfile de canções vai começar.
E a Noruega abre o desfile. “Lighter”, é uma canção de Kyle Alessandro. Dedicada à sua mãe, é uma eletropop que coloca luz logo de cara.
Agora é a vez de Luxemburgo, com “La Poupée Monte Le Son”. Laura Thorn faz sua referencia ao clássico hit de France Gall, campeã há exatas 6 décadas.
“Mi Amore, Mi Amore“: Tony Cash traz o café, ops, o “Espresso Machiatto” pela Estônia. Acredite, a irmã gêmea da Camila foi ao palco com ele.
A gente quer ouvir novos dias, mas Israel tá fazendo ataques em Gaza. E não adianta dizer que é o contrário, até conseguir a paz e a saída de Israel do festival precisa acontecer.
No canto, foi mais do mesmo.
Lituânia já está no palco. Katarsis já nos quer enviar ao céu com este palco, essa entrega vocálica e esse sentimento que o Rock voltou com intensidade ao festival.
“Una Diva, Valiente, Poderosa…” Assim se define a espanhola Melody. Ela vem com “Esa Diva”, em versão remixada para o festival. E turbinada na coreografia.
“Bird Of Pray” pode não ser a sua canção preferida da Ucrânia. Mas é inegável a entrega conceitual da banda ucraniana, Unido aos elementos do Pequeno Príncipe e ao JRock.
Agora o momento que todos esperavam: ou não. Afinal, quando a MTV passou a exibir os realities a reação foi: “What The Hell Just Happening”? E isso nos lembra o quê? Ato de musical, mas não encaixa num festival aqui – valeu Reino Unido pela lembrança.
Áustria traz agora a simplicidade, com “Wasted Love”, mas o final deixa bem claro porque ele não poderá ser um dos candidatos a vitória do show – como mostrou as avaliações da imprensa. A batida eletrônica era dispensável!
Depois de navegar os sete mares, o barquinho foi parar no Roblox islandês. “Roa”, apresentado pelos Vaeb, entregaram carisma no palco, embora cientes que a apresentação não vai convencer a ponto de tentar uma vitória.
Letônia caprichou na entrega do Conceito Completo. Folclore, cultura, natureza embalaram junto a música e a coreografia milimetricamente executada.
Países Baixos trouxe uma história de vida, traduzida no palco e no clipe. Claude trouxe o máximo de si numa apresentação difícil de ser executada.
Finlândia entregou uma Brigitte Bardot pra chamar de sua: Erika Vikman falou que estava chegando, via Sedex, e veio ao alto do palco! É fogo no parquinho!
Itália tem um diamante bruto em forma de Artista completo, assim, com A maiúsculo. Trouxe frescor ao desfile a canção de Lúcio Corsi.
Justyna do céu! A cantora que volta a representar a Polônia depois de três décadas exatas, colocou o Dragão Negro dos Olhos Vermelhos pra jogo.
KASSINOOOOOO, só que é a dupla da Alemanha. Que entrega.
Grécia trouxe o meteoro e uma sensação de recomeço, de reinserção. Klavdia nos brinda a reencarnação, a renascença e o palco traz a história.
Armênia pode não nos brindar com uma prestação melhor que 2024, mas é inegável que o país está representado pela única prestação Euroready da temporada. PARG trouxe carisma e energia.
Suíça, dona da festa, não brincou em serviço quando se fala em prestação de qualidade. “Voyage”, de Zoe Me, é uma lufa de frescor.
Malta serviu o Do Re Mi Fa Sol La Si – solteiros aos motéis now!
Portugal traz uma das melhores canções desde “Saudade, Saudade” (2022). Napa brinda e leva a mensagem sobre migrações.
Se você tem problemas de visão vai uma dica: a prestação da Dinamarca pode ser sensível aos olhos. Sissal entrega vocalmente, mas as alucinações no palco afastam o espectador comum. Tem exageros de efeitos especiais.
SAUNA: A Suécia nos brinda com uma atuação digna de lembrar os anos dourados da Moldávia e da Rússia no festival. Uma grande prestação para um país super campeão. É a primeira vez em anos que amei a canção sueca.
CONTAGEM REGRESSIVA: Louane traz a versão de 2025 de sua canção, “Maman”, para a França. O conceito de batalha contra o tempo é explorada do começo ao fim da prestação. Uma apresentação intimista e grandiosa.
TUTTA L’ITALIA, mas é San Marinooooo: o DJ Gabry Ponte conseguiu trazer a Bella Itália em uma apresentação eletro respeitável ao país.
ALERTA DE FAVORITOS: Albânia trouxe folclore, eletro, arte. Uma união de Matia Bazar com Capitain Hollywood Project perfeitamente executada. Excelente encerramento da final.
Voltaremos logo mais pra anunciarmos o campeão.
Áustria é campeã do Eurovision com o mais duvidoso resultado da história recente. Apresentação não era a melhor da noite, mas o canto era um frescor à parte. Parabéns, JJ!
