
Países agora irão decidir se Israel segue na competição em dezembro. Nações membras da rede EBU votarão.

A emissora desmentiu os boatos dados meses atrás sobre um eventual boicote.

A próxima edição do Festival Eurovision será em Viena, de 10 a 16 de maio, e já conta com atualizações políticas.

De fraldas Pampers a margarina Qualy, uma certeza está lançada pelos fãs brasileiros do Eurovision: Xandão precisa investigar mais essa.

De Malmö a Madri. De Barcelona a Glastonbury. A linha entre cultura e política nunca foi tão visível — ou tão tênue.

Banda de rock italiana está parada, apesar de lucros e restituições fiscais. E Damiano já está com empresa própria.

Neutralidade ou omissão? O caso Melody e os bastidores da Eurovision 2025

As emissoras (até o momento) já requisitaram a EBU: ou revisam os resultados e mudam o televoto ou “tchau, Eurovision”.

Os olhos do público – atentos, apaixonados e, agora, desconfiados – assistiram ao desenrolar de um resultado que fez a internet ferver em tempo real.

Faltou fôlego. Faltou voz. E, mais que tudo, faltou verdade.