
Numa eventual saída dos países como a Espanha, por mais otimistas que digam que dá pra administrar, a médio prazo compromete a realização do Eurovision.

Países agora irão decidir se Israel segue na competição em dezembro. Nações membras da rede EBU votarão.

Pedido de expulsão ou privatização? Afinal, o que acontecerá a seguir com o país que mantém aceso o debate sobre união cultural vs. arena geopolítica no Eurovision?