
Os bastidores do maior festival de música televisiva do mundo foram sacudidos por uma denúncia de assédio sexual e por uma declaração artística que empurrou uma jovem cantora para o centro de uma polêmica internacional.

A edição ficou marcada pela indexação do festival com o Eurovision: quem vencer, poderia não ir, mas eles disseram sim.

Edição termina com surpreendente reviravolta à Napolitana: Sal Da Vinci desbanca favoritismos de Fedez e Arisa.

Apresentação eletropop conquista televoto e conjunto também ganha Premio Univision, que garante uma viagem promocional em Miami.

A EBU e o Eurovision enfrentam crise por decisão pró-Israel. O caso gera efeito dominó, causando desistências e minando a independência artística do festival.

Islândia sinaliza que é o primeiro país fora da edição de Viena após o chamado Watergate do Eurovision.

Numa eventual saída dos países como a Espanha, por mais otimistas que digam que dá pra administrar, a médio prazo compromete a realização do Eurovision.

Países agora irão decidir se Israel segue na competição em dezembro. Nações membras da rede EBU votarão.

A emissora desmentiu os boatos dados meses atrás sobre um eventual boicote.

A próxima edição do Festival Eurovision será em Viena, de 10 a 16 de maio, e já conta com atualizações políticas.